Jerusalém Espiritual
Antes da morte de Jesus Cristo, foi relatado que houve escuridão por toda a terra:
“Desde a hora sexta até a hora nona, houve trevas sobre toda a terra.
Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, Iamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” (Mateus 27:45-46)
Estas trevas aqui relatadas, na verdade, alcançaram a vida, até mesmo, daqueles que seguiram a Jesus Cristo, ou seja, os seus próprios discípulos. Após a Sua morte, estes se esqueceram de tudo aquilo que Ele havia lhes falado, e de tudo que havia sido revelado, através das escrituras, acerca do que haveria de acontecer… A escuridão da incredulidade e do medo tomaram conta deles, fazendo-os fugir e temer os seus próprios destinos…
Vemos isto acontecer em Lucas 24:13-35, quando dois de Seus discípulos, um deles de nome Cleopas, tio de Jesus, ao se sentirem desamparados, após terem presenciado a morte de Seu mestre, tomam a direção de uma aldeia de nome Emaús, distante de Jerusalém cerca de setenta estádios, aproximadamente doze quilômetros. Este texto narra uma das aparições de Jesus Cristo antes de Sua ascensão, fato ocorrido no mesmo dia da ressurreição, no domingo, no terceiro dia que sucede a crucificação.
“Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém setenta estádios…” (Lucas 24:13)
Quando estes discípulos se afastaram da cidade de “Jerusalém”, que significa “cidade da paz”, isto simbolizou aquilo que na verdade havia se afastado de seus corações: “A Paz de Cristo”.
Este sentimento, que antes habitava em seus íntimos, já não existia mais, pois estavam com seus corações totalmente embriagados por outros sentimentos… Enquanto caminhavam discutindo a respeito das coisas sucedidas, o próprio Jesus se aproximou e mesmo conversando com eles ficaram impedidos de O reconhecer pelas lágrimas do desespero, pela ignorância das escrituras, pelo temor à escuridão, pela dúvida, pela cegueira e, sobretudo, pela distância que se encontravam Dele, em seus corações.
Semelhantemente, quando nos encontramos desta forma, ficamos impedidos de enxergar que o nosso Cristo ressuscitou e que está sempre ao nosso lado. Diante das circunstâncias que nos cercam, permitimos, por diversas vezes, que o desespero, a incredulidade e as trevas nos ceguem, nos lançando a uma enorme distância Daquele que está sempre conosco falando as Suas tão doces palavras, e que jamais nos abandona.
Felizmente, algo grandioso estava por acontecer…
Após entrarem na aldeia de Emaús, Seus discípulos lhe pediram que Jesus ficasse com eles, pois já era tarde e o dia declinava. A percepção de Quem estava com eles durante toda aquela caminhada, estaria prestes acontecer, fato este que somente foi possível, quando participaram de um momento de intimidade com Ele…
“E aconteceu que, quando estavam a mesa, tomando Ele o pão, abençoou e tendo-o partido, lhes deu; então se lhes abriram os olhos, e o reconheceram; mas ele desapareceu da presença deles.
E disseram um ao outro: Porventura não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras?
E na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém, onde acharam reunidos os onze e outros com eles. Os quais diziam: O Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão! Então, os dois contaram o que lhes acontecera no caminho e como fora por eles reconhecido no partir do pão.” (Lucas 24:30-35).
Desta forma, sempre que tivermos um momento de intimidade com o Senhor, teremos a nossa visão totalmente restabelecida e veremos não somente, Aquele, que venceu os grilhões da morte, ressuscitou e ascendeu aos céus, e que está sempre ao nosso lado se nós o desejarmos, mas, também, todo o Seu reino que está ao nosso dispôr.
É somente na intimidade com o nosso Deus que reconhecemos plenamente a Sua voz!!! Em qualquer outro lugar estamos sujeitos a ouvirmos qualquer outra voz, capazes não apenas de nos embriagar, mas, também, de nos afastar completamente Dele.
Portanto, a intimidade é o lugar que jamais devemos abandonar, quando fazemos isto, impedimos que o medo, a incredulidade, ou quaisquer outros sentimentos, nos afastem da Jerusalém espiritual que nos está proposta!
Deus te abençoe!
O Poder da Confissão
“Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.
Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.
Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e Tú perdoaste a iniquidade do meu pecado.” (Salmos 32:3-5)
“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28:13)
“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tiago 5:16)
A palavra do Senhor nos mostra que somente Ele tem poder para verdadeiramente nos libertar de quaisquer cadeias, contudo, isto só acontece se seguirmos fielmente todas as Suas orientações. Para isso, Ele nos mostra claramente tudo o que devemos fazer para não nos tornarmos escravos de nossos próprios sentimentos, e recebermos com plenitude a cura e restauração da nossa alma.
“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8:36)
O Senhor nos orienta, primeiramente, a confessarmos os nossos pecados a Ele, a fim de que recebamos o Seu perdão. Esta confissão acompanhada de nosso sentimento de arrependimento habilita o Seu poder restaurador em nossas vidas.
A nossa confissão é, portanto, o primeiro passo para recebermos toda e qualquer tipo de libertação em nossa alma.
Quando confessamos os nossos pecados ao Senhor, desabilitamos o inferno a permanecer agindo em nossos sentimentos, denunciando as suas obras, mas, enquanto encobrimos as nossas transgressões, perecemos em nosso próprio interior, pois continuamos escravos de nossos próprios desejos ou vontades pecaminosas.
A verdade é que enquanto nos calamos diante de Deus, ficamos impedidos de receber a Sua Cura.
“Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.
Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio.
Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e Tú perdoaste a iniquidade do meu pecado.” (Salmos 32:3-5)
No momento em que reconhecemos as nossas fraquezas e as confessamos, damos o primeiro passo para quebrarmos os grilhões que impedem a nossa alma de prosperar, mas, precisamos compreender que não basta reconhecermos e confessarmos os nossos pecados, é necessário que, também, tomemos a atitude de abandoná-los, a fim de que não neutralizemos o poder de nossa própria confissão através de nossas atitudes, e, com isso, alcancemos a misericórdia do Senhor.
“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28:13)
| “A renúncia é, portanto, o sentimento que deverá acompanhar a nossa confissão.” |
Infelizmente, muitas vezes não encontramos forças para renunciarmos sozinhos as nossas fraquezas ou pecados, e é por isso, que em Tiago 5:16 o Senhor nos instrui a buscarmos auxílio espiritual em nossos irmãos.
Confessando os nossos pecados uns aos outros, e orando uns pelos outros, encontramos cura, todavia, muitas vezes, temos ignorado e até mesmo rejeitado esta instrução.
O medo de sermos julgados por outras pessoas e de termos a nossa vida exposta nos impede de buscarmos a ajuda espiritual que muitas vezes precisamos. Não devemos ter este receio, contudo, devemos procurar as pessoas certas para fazermos isto, ou seja, pessoas que sejam, antes de tudo, idôneas, e que demonstrem, de fato, interesse pelas nossas vidas.
Quando decidimos confessar os nossos pecados a alguém, expressando o nosso arrependimento a Deus, nos abrimos para Ele nos curar, pois o fato de buscarmos a ajuda de outras pessoas demonstra um sentimento que jamais será desprezado pelo Senhor, o sentimento de humildade. Este sentimento nos eleva à condição de recebermos o Seu favor, tornando-nos acessíveis à Sua Presença.
“… Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.” (Tiago 4:6b)
| “A humildade sempre nos aproximará de Deus!” |
A humildade em buscarmos ajuda concede ao Espírito do Senhor liberdade para que Ele possa operar em nós, restando-nos apenas cumprir com diligência a orientação de, também, orarmos uns pelos outros.
Sendo assim, ao ouvirmos a confissão de alguém precisamos, imediatamente, interceder por ela, a fim de que o Senhor lhe conceda a cura. Na verdade, se compreendêssemos com plenitude o poder que possui a nossa oração, com certeza, oraríamos muito mais uns pelos outros.
“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tiago 5:16)
Sem dúvida alguma, a nossa oração tem poder para libertar, transformar e curar muitas pessoas.
Nós encontramos na bíblia um exemplo notório de eficácia na oração de um justo. Este justo era Elias, um homem semelhante a nós, e que estava sujeito às mesmas paixões que nós, entretanto, Deus o ouvia e o atendia todas às vezes que orava, pois mesmo não sendo perfeito, a obediência e a santidade faziam parte de seu caráter e, por isso, as suas orações foram capazes de interferir, até mesmo, no curso da história de toda a sua nação.
“Elias era homem semelhante a nós sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses não choveu.
E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos.” (Tiago 5:17-18)
Neste momento, gostaria de lembrar chamando, atenciosamente, a sua atenção ao fato de que quando falamos de cura na bíblia, nos referimos não apenas a do nosso corpo físico, mas também a da nossa alma e do nosso espírito. Sendo assim, devemos ampliar a nossa visão e enxergar que o verdadeiro desejo do Senhor é nos curar por completo.
A confissão de nossos pecados e da nossa fé em Jesus Cristo, aliada a sentimentos tais como: a humildade, o arrependimento e a renúncia, trazem consigo a recriação do nosso espírito, a regeneração da nossa alma e a libertação de muitas doenças físicas. Quando fazemos isto, expressamos o que sentimos ou pensamos, e, também, tudo aquilo que devemos renunciar para recebermos o favor de Deus.
Portanto, lembre-se, através de nossa confissão recebemos a salvação, e por meio dela somos curados.
“Há poder em sua confissão!”
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Quem você acha que Deus é?
Exodus 3:14: Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros.
Eu sou. Ninguém conseguiria usar tão poucas letras para definir a si mesmo de forma tão exata quanto Deus fez. Nós, reles mortais, gastamos muito papel e tinta para nos definir. Um empregador ao ler um currículo, espera que, ao menos naquele pedaço de papel, o candidato demonstre que se acha o melhor candidato para a vaga. Ali ele coloca o que sabe e o que fez.
Não foi assim que Deus se apresentou a Moisés, aos hebreus e ao Faraó. Eu sou, ele disse, apontando para a sua essência e não para o que sabe ou é capaz de fazer. Ele simplesmente é, e se alguma coisa existe, provem dele e de ninguém mais. Ao falar sobre si mesmo, Jesus se referia a mesma essência do Pai: Eu Sou a Luz do Mundo, a Água da Vida, o Pão que desceu do Céu, a Porta, o Caminho, a Verdade e a Vida. Ele espera de seus seguidores concentrem seus maiores esforços na busca de SER, e que o saber, o ter e o fazer, sejam colocados em segundo plano.
Do outro lado está o mal mutante encarnado na pessoa de satanás, que ao contrário de Jeová é como um vírus letal de mutação rápida. Lúcifer apostou a sobrevivência de sua raça na sua capacidade de mutação. Vírus e bactérias desenvolvem cepas de resistência, aos antibióticos e vacinas, mantendo uma forte ação predadora contra o nosso organismo. Fazem isto para criar imunidade as vacinas, aos antibióticos e demais descobertas científicas.
Para continuar matando, roubando e destruindo, Satanás se adapta ao folclore local e as tendências da época com o objetivo de tirar delas o maior proveito possível. Ele não se deixa controlar por princípios absolutos. Sente-se livre para parecer o que for preciso.
Os seus métodos de conquista não são delimitados por regras ou princípios fixos. Não tem escrúpulos e usa as táticas necessárias ao momento. Seu lema é “vitória a qualquer preço”.
Pode escolher entre a violência e a adulação, a exaltação e a humilhação, a sutileza e o descaramento e entre a campainha e o arrombamento. Promete, atrai, exclui, ameaça, premia, seduz e manipula.
Sua natureza amoral admite qualquer formatação. Pode se apresentar como rei ou mendigo, anjo ou assombração. Faz qualquer coisa para ganhar a confiança de suas vítimas, até falar a verdade de vez em quando, desde que ela colabore para seduzir, atrair e conquistar.
Os rituais e aparições ocorridos em suas reuniões, na sua maioria, não passam de mero espetáculo ilusionista. A ilusão funciona muito bem com aqueles que buscam visões, aparições, sinais e milagres. Logo, os testemunhos e relatos colocados em livros tem uma grande possibilidade de serem belos conto do vigário, ou melhor, do Pai da Mentira.
Satanás exibe para os evangélicos o diploma e a postura de pastor, bispo ou evangelista. Se apresenta como um falecido amado para os espíritas. Seduz os católicos e os mantêm na idolatria, fazendo com que a imagem chore. Aos mulçumanos convence de que terrorismo é uma guerra santa. Sua faca tem muitos gumes e variadas formas, cores e tamanhos.
Como deter alguém tão escorregadio? Com criatividade ou seguindo o manual? Criatividade só vale se não incluir mudanças de substância, motivação e doutrina. Somos regidos por princípios eternos e o máximo que podemos fazer é contextualizar. Tanto faz pregar com ou sem gravata, na televisão, no rádio ou na internet. Faz o mesmo efeito orar sentado ou em pé. Para contextualizar não precisamos enganar nem negociar princípios.
Pregue a tempo e fora de tempo, desde que conserve qualidades como amor, longanimidade, domínio próprio, fidelidade, paz e alegria. A nossa influência aumenta quando somos diferentes e não iguais. Persiga o ser e nem tanto o ter, o fazer e o saber.
Eu sou. Ninguém conseguiria usar tão poucas letras para definir a si mesmo de forma tão exata quanto Deus fez. Nós, reles mortais, gastamos muito papel e tinta para nos definir. Um empregador ao ler um currículo, espera que, ao menos naquele pedaço de papel, o candidato demonstre que se acha o melhor candidato para a vaga. Ali ele coloca o que sabe e o que fez.
Não foi assim que Deus se apresentou a Moisés, aos hebreus e ao Faraó. Eu sou, ele disse, apontando para a sua essência e não para o que sabe ou é capaz de fazer. Ele simplesmente é, e se alguma coisa existe, provem dele e de ninguém mais. Ao falar sobre si mesmo, Jesus se referia a mesma essência do Pai: Eu Sou a Luz do Mundo, a Água da Vida, o Pão que desceu do Céu, a Porta, o Caminho, a Verdade e a Vida. Ele espera de seus seguidores concentrem seus maiores esforços na busca de SER, e que o saber, o ter e o fazer, sejam colocados em segundo plano.
Do outro lado está o mal mutante encarnado na pessoa de satanás, que ao contrário de Jeová é como um vírus letal de mutação rápida. Lúcifer apostou a sobrevivência de sua raça na sua capacidade de mutação. Vírus e bactérias desenvolvem cepas de resistência, aos antibióticos e vacinas, mantendo uma forte ação predadora contra o nosso organismo. Fazem isto para criar imunidade as vacinas, aos antibióticos e demais descobertas científicas.
Para continuar matando, roubando e destruindo, Satanás se adapta ao folclore local e as tendências da época com o objetivo de tirar delas o maior proveito possível. Ele não se deixa controlar por princípios absolutos. Sente-se livre para parecer o que for preciso.
Os seus métodos de conquista não são delimitados por regras ou princípios fixos. Não tem escrúpulos e usa as táticas necessárias ao momento. Seu lema é “vitória a qualquer preço”.
Pode escolher entre a violência e a adulação, a exaltação e a humilhação, a sutileza e o descaramento e entre a campainha e o arrombamento. Promete, atrai, exclui, ameaça, premia, seduz e manipula.
Sua natureza amoral admite qualquer formatação. Pode se apresentar como rei ou mendigo, anjo ou assombração. Faz qualquer coisa para ganhar a confiança de suas vítimas, até falar a verdade de vez em quando, desde que ela colabore para seduzir, atrair e conquistar.
Os rituais e aparições ocorridos em suas reuniões, na sua maioria, não passam de mero espetáculo ilusionista. A ilusão funciona muito bem com aqueles que buscam visões, aparições, sinais e milagres. Logo, os testemunhos e relatos colocados em livros tem uma grande possibilidade de serem belos conto do vigário, ou melhor, do Pai da Mentira.
Satanás exibe para os evangélicos o diploma e a postura de pastor, bispo ou evangelista. Se apresenta como um falecido amado para os espíritas. Seduz os católicos e os mantêm na idolatria, fazendo com que a imagem chore. Aos mulçumanos convence de que terrorismo é uma guerra santa. Sua faca tem muitos gumes e variadas formas, cores e tamanhos.
Como deter alguém tão escorregadio? Com criatividade ou seguindo o manual? Criatividade só vale se não incluir mudanças de substância, motivação e doutrina. Somos regidos por princípios eternos e o máximo que podemos fazer é contextualizar. Tanto faz pregar com ou sem gravata, na televisão, no rádio ou na internet. Faz o mesmo efeito orar sentado ou em pé. Para contextualizar não precisamos enganar nem negociar princípios.
Pregue a tempo e fora de tempo, desde que conserve qualidades como amor, longanimidade, domínio próprio, fidelidade, paz e alegria. A nossa influência aumenta quando somos diferentes e não iguais. Persiga o ser e nem tanto o ter, o fazer e o saber.
O Amor de Deus
Tudo o que somos ou haveremos de nos tornar, deverá traduzir, sem palavras, o que verdadeiramente Deus é: Deus é Amor !!!
“O Amor nunca falha; mas, havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;” - 1 Coríntios 13:8
Eu creio que a primeira coisa que o Senhor deseja que venhamos a conhecer e a compreender Dele, é o Seu amor. E a única forma de entendermos acerca deste amor, é nos relacionarmos com Ele. Assim, descobriremos em sua essência o seu real significado.
O amor de Deus nos é transmitido a todo instante e de várias formas. Podemos senti-lo através do Seu Santo Espírito; mas, muitas vezes não o compreendemos, pois as nossas limitações humanas nos impedem de recebê-lo.
A alma do ser humano é algo muito complexo, e por mais que nos esforcemos para estudá-la, analisá-la ou fazer diagnósticos, somente Deus, através do Seu poder, é capaz de sondá-la em sua plenitude, trazendo a nós mesmos o conhecimento de quem verdadeiramente somos.
Deus, através do Seu amor, deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade!
O amor de Deus nos é transmitido a todo instante e de várias formas. Podemos senti-lo através do Seu Santo Espírito; mas, muitas vezes não o compreendemos, pois as nossas limitações humanas nos impedem de recebê-lo.
A alma do ser humano é algo muito complexo, e por mais que nos esforcemos para estudá-la, analisá-la ou fazer diagnósticos, somente Deus, através do Seu poder, é capaz de sondá-la em sua plenitude, trazendo a nós mesmos o conhecimento de quem verdadeiramente somos.
Deus, através do Seu amor, deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade!
“Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.”(1 Timóteo 2:3 e 4)
O Senhor deseja manifestar este amor, transformar as nossas vidas através dele, e nos ensinar a transmiti-lo. Contudo, isto dependerá do nosso Livre Arbítrio, pois somos nós quem decidimos em aceitá-Lo e nos abrirmos para sermos curados por Ele, ou permanecermos enfermos e alheios a Sua bondade.
A Vontade de Deus é que não ignoremos nenhuma das Suas palavras, nem tão pouco as Suas ações ou atitudes para conosco. Deus não têm interesse em fazer-nos olhar para trás, desejando algo que perdemos, ou que na verdade, nunca possuímos…
O pleno conhecimento da verdade de Deus nos conduzirá ao Seu amor e as verdadeiras conquistas! Tudo o que somos ou haveremos de nos tornar, deverá traduzir, sem palavras, o que verdadeiramente Deus é:
Deus é Amor!
A maior expressão deste amor acontece quando nos tornamos Seus filhos!
A Vontade de Deus é que não ignoremos nenhuma das Suas palavras, nem tão pouco as Suas ações ou atitudes para conosco. Deus não têm interesse em fazer-nos olhar para trás, desejando algo que perdemos, ou que na verdade, nunca possuímos…
O pleno conhecimento da verdade de Deus nos conduzirá ao Seu amor e as verdadeiras conquistas! Tudo o que somos ou haveremos de nos tornar, deverá traduzir, sem palavras, o que verdadeiramente Deus é:
Deus é Amor!
A maior expressão deste amor acontece quando nos tornamos Seus filhos!
“Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos Filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome.” (João 1:12)
Como filhos, precisamos reconhecê-lo como Pai, e não somente como o nosso Senhor. Quando fazemos isso, enxergamos “os Seus concertos” como manifestações deste genuíno amor: Amor sincero, não fingido, altruísta, paciente, benigno, decente, justo e infalível!
Há perfeição em tudo o que Deus faz, pois Ele é perfeito, e assim também é o Seu amor. Quando somos corrigidos por Ele, sem dúvida, estamos sendo reconhecidos como filhos, e como o Pai maravilhoso que Ele é, não permitirá que fiquemos deformados.
O Seu amor nos aperfeiçoará cada vez mais, se abrirmos mão das nossas verdades, muitas vezes, verdadeiras mentiras!
Deus abriu mão do Seu único filho, Jesus Cristo, por amor as nossas vidas, porque não abrirmos mão das nossas vidas por amor a Ele?
O que Ele quer fazer nas nossas vidas, por acaso, é algo ruim?
Primeiro Ele nos torna filhos, propõe mudar o nosso caráter, concede o Seu maravilhoso reino ao nosso dispôr, nos concede a vida eterna, e o que fazemos?
Dizemos muitas vezes: Deus não me ama! Talvez porque não recebemos o que queremos, ou porque insistimos em amar mais ao mundo do que a Ele.
Deus não retêm o Seu amor, antes o manifesta com liberalidade aos que O buscam. Somos nós que resistimos a Sua vontade, impedindo o que Ele mais deseja fazer: Nos tocar, nos beijar, nos acariciar, nos envolver… nos embriagar com o Seu amor!
Há perfeição em tudo o que Deus faz, pois Ele é perfeito, e assim também é o Seu amor. Quando somos corrigidos por Ele, sem dúvida, estamos sendo reconhecidos como filhos, e como o Pai maravilhoso que Ele é, não permitirá que fiquemos deformados.
O Seu amor nos aperfeiçoará cada vez mais, se abrirmos mão das nossas verdades, muitas vezes, verdadeiras mentiras!
Deus abriu mão do Seu único filho, Jesus Cristo, por amor as nossas vidas, porque não abrirmos mão das nossas vidas por amor a Ele?
O que Ele quer fazer nas nossas vidas, por acaso, é algo ruim?
Primeiro Ele nos torna filhos, propõe mudar o nosso caráter, concede o Seu maravilhoso reino ao nosso dispôr, nos concede a vida eterna, e o que fazemos?
Dizemos muitas vezes: Deus não me ama! Talvez porque não recebemos o que queremos, ou porque insistimos em amar mais ao mundo do que a Ele.
Deus não retêm o Seu amor, antes o manifesta com liberalidade aos que O buscam. Somos nós que resistimos a Sua vontade, impedindo o que Ele mais deseja fazer: Nos tocar, nos beijar, nos acariciar, nos envolver… nos embriagar com o Seu amor!
Deus te abençoe!
A justificação pela fé e paz com Deus
“Justificados, pois, pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;” Rm 5:1
Algumas pessoas ainda não sabem ou tem duvidas sobre o que é “justificação”. Pois bem, justificar significa tornar ou declarar alguém justo. Então nos perguntamos como é possível sermos considerados justos, sendo em verdade, pecadores? Deus pode assim nos declarar através da nossa fé no sacrifício de Jesus e no evangelho que Ele nos ofertou.
Não podemos, por exemplo, tornar Deus justo. Ele já é justo! Apenas podemos declará-lo justo. Deus não confere ao cristão titulo de impecável ou justo em si mesmo, mas lhe confere justiça.
Não podemos, por exemplo, tornar Deus justo. Ele já é justo! Apenas podemos declará-lo justo. Deus não confere ao cristão titulo de impecável ou justo em si mesmo, mas lhe confere justiça.
Arthur Tappan Pierson, pastor presbiteriano do século passado, assim definiu:
“ao justificar os pecadores, Deus os chama de justos quando, na verdade, não o são; deixa de imputar-lhes os pecados que eles tem e imputa-lhes justiça que eles não tem.”
E em Rm 3:24, o apostolo Paulo nos deixa claro que a justificação é gratuita, não é algo que possamos fazer para obter ou merecer, mas algo oferecido como dádiva por Deus.
E podemos meditar nesta passagem da carta do apostolo aos romanos, tema desta mensagem, e ver que o sacrifício de Jesus por nós foi além da nossa compreensão. Quem de nós, em sã consciência entregaria seu filho amado às dores, aos maus tratos e à morte dolorosa por alguém? Nem a quem conhecemos, muito menos por quem jamais vimos. Pois foi exatamente o que Deus fez ! Por amor !
“ao justificar os pecadores, Deus os chama de justos quando, na verdade, não o são; deixa de imputar-lhes os pecados que eles tem e imputa-lhes justiça que eles não tem.”
E em Rm 3:24, o apostolo Paulo nos deixa claro que a justificação é gratuita, não é algo que possamos fazer para obter ou merecer, mas algo oferecido como dádiva por Deus.
E podemos meditar nesta passagem da carta do apostolo aos romanos, tema desta mensagem, e ver que o sacrifício de Jesus por nós foi além da nossa compreensão. Quem de nós, em sã consciência entregaria seu filho amado às dores, aos maus tratos e à morte dolorosa por alguém? Nem a quem conhecemos, muito menos por quem jamais vimos. Pois foi exatamente o que Deus fez ! Por amor !
Como está escrito em João 3:16 : “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Um amor incondicional, um amor que vai infinitamente alem daquilo que podemos sentir ou entender. Deus sabia em sua onisciência que não havia outro meio de salvar a todos nós, pobres criaturas que trazem consigo o estigma do pecado arraigado na carne.
Deus assistia a tudo entristecidamente, via a multiplicação do pecado e de todos os males causados pelos homens disseminando-se de forma assustadora e jamais poderia perdoá-los e salvá-los sem que houvesse um motivo que justificasse tais atos. Pois Deus ama o pecador, mas abomina o pecado e jamais poderia revogar sua própria palavra e lei ou conceder a um pecador a moradia em seu reino.
Deus assistia a tudo entristecidamente, via a multiplicação do pecado e de todos os males causados pelos homens disseminando-se de forma assustadora e jamais poderia perdoá-los e salvá-los sem que houvesse um motivo que justificasse tais atos. Pois Deus ama o pecador, mas abomina o pecado e jamais poderia revogar sua própria palavra e lei ou conceder a um pecador a moradia em seu reino.
Imagine que todos nós, humanos, éramos então considerados inimigos de Deus. Embora Deus saiba que ao nascer o homem, o pecado já estava intrinsecamente ligado a ele. Mas Deus não poderia simplesmente ignorar o ato de pecar.
Advertiu ao homem sobre seu pecado, dando-lhe em primeira instancia a lei natural em seu coração, ou seja, um homem pode nascer em qualquer lugar do mundo e nem conhecer a Deus, mas em seu coração ele sabe que não é licito matar outro semelhante, roubar, etc…
Depois lhes apresentou a lei. Mas ninguém seria capaz de segui-la fidedignamente, exceto Jesus.
Mas então, para que a lei ? A lei apontava para o pecado, mas não tinha o poder de separá-lo do homem e nem tampouco salvá-lo.
Advertiu ao homem sobre seu pecado, dando-lhe em primeira instancia a lei natural em seu coração, ou seja, um homem pode nascer em qualquer lugar do mundo e nem conhecer a Deus, mas em seu coração ele sabe que não é licito matar outro semelhante, roubar, etc…
Depois lhes apresentou a lei. Mas ninguém seria capaz de segui-la fidedignamente, exceto Jesus.
Mas então, para que a lei ? A lei apontava para o pecado, mas não tinha o poder de separá-lo do homem e nem tampouco salvá-lo.
Quando lemos esta passagem em Rm 5:1, parece claro que Paulo se expressa até com certo ar de alivio por saber que já não somos mais considerados fracos, ímpios e pecadores simplesmente. Ele enfatiza que “pelo sangue de Cristo” e pela nossa fé neste ato vicário, estamos então reconciliados com Deus e já não somos mais considerados seus inimigos. Jesus não morreu pelos bons, mas pelos ímpios. E se crermos em Cristo e na verdade absoluta de seu sacrifício por todos os que nele crêem, saberemos que com Ele morremos também para o pecado e com sua ressurreição, renascemos para uma nova vida com ele.
Apenas Ele e nele estão a esperança de nossa salvação e gloria. Pois em nós e em nossos atos e pensamentos, somos desprezíveis e incapazes de fazer algo que nos torne dignos diante de Deus. É para nós mesmos, eu e você, seres pecadores e impotentes que Ele nos presenteou com a graça que nos reaproxima de Deus. Pois uma vez justificados e com Deus reconciliados, podemos nos achegar a Deus e buscar suas mãos, suas bênçãos, seu perdão e misericórdia e suas dádivas.
Apenas Ele e nele estão a esperança de nossa salvação e gloria. Pois em nós e em nossos atos e pensamentos, somos desprezíveis e incapazes de fazer algo que nos torne dignos diante de Deus. É para nós mesmos, eu e você, seres pecadores e impotentes que Ele nos presenteou com a graça que nos reaproxima de Deus. Pois uma vez justificados e com Deus reconciliados, podemos nos achegar a Deus e buscar suas mãos, suas bênçãos, seu perdão e misericórdia e suas dádivas.
Podemos adentrar ao Santo dos Santos e dizer: “Adonai, Jesus me trouxe até aqui para estar e ficar para sempre em tua presença.”
Fonte: www.editoraagape.com.br/blog/index.php/tag/deus/